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Amadeus: como novas tecnologias irão influenciar a experiência dos viajantes

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Paulo Rezende, diretor Comercial da Amadeus no Brasil

Como a internet das coisas influencia o Turismo? Esta é uma pergunta que o mercado já se faz há um bom tempo. A resposta exata, porém, ninguém tem. Isso porque as mudanças são constantes, o que faz com que empresas e consumidores busquem se adaptar a novas tecnologias e ferramentas a cada momento. A palestra de abertura do Encontro Ancoradouro abordou este tema e foi ministrada pelo diretor Comercial da Amadeus no Brasil, Paulo Rezende.

“As novas tecnologias estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia e sempre fica a dúvida de como utilizar e o que utilizar”, afirmou o executivo. Como exemplo a Amanda, assistente virtual da Amadeus que foi lançada em fevereiro. Ela dá suporte às agências de viagens em relação a tarifas, emissões, remissões, carros, hotéis, pagamentos e outras coisas. “Hoje ela já tem uma eficiência de 80%, o que significa que oito em cada dez perguntas dos agentes são respondidas de forma satisfatória”, complementou.

Ele explicou que ela é um chat bot com inteligência artificial, que traz um ganho de tempo e de eficiência muito grande para a Amadeus e para os agentes que utilizam o serviço. Segundo ele, outra vantagem é que o conhecimento dela é compartilhado com todos de uma forma mais eficiente. “No segundo semestre, vamos disponibilizar a Amanda também para todos os consolidadores no Brasil”, revelou Rezende em entrevista ao M&E.

Outro exemplo de como a tecnologia pode mudar a experiência de viagens é um piloto iniciado em março em parceria com a Lufthansa. Por meio da plataforma Altea e um trabalho de inteligência, os embarques no Aeroporto de Los Angeles no Airbus A380 são feitos por meio de reconhecimento facial. “Com isso, não há mais a etapa de validação dos bilhetes, além de trazer mais segurança”, contou. “Um embarque que demorava até 50 minutos para ser finalizado, está ocorrendo em 20”, complementou.

Rezende também falou de outras tecnologias que podem se tornar realidade, como o uso do blockchain para o rastreamento de bagagens. “Isso iria descentralizar a informação e trazer mais segurança”, finalizou.

Autor: Anderson Masetto

Fonte: Mercado & Eventos

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