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26.09.11 PROJETO DO CENTRO DE EVENTOS DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ É TEMA DE DEBATE

As discussões sobre o Centro de Eventos de Balneário Camboriú continuam, e na tarde da segunda-feira, 19, aconteceu mais uma reunião para debater o projeto. O encontro, que contou com a presença do secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, César Souza Júnior, aconteceu na Câmara de Vereadores da cidade e reuniu entidades, lideranças e autoridades políticas municipais e estaduais, além de representantes do trade turístico de Balneário Camboriú.


De acordo com o secretário de Estado, o governo está disposto a investir R$ 32 milhões no Centro de Eventos. “Estamos investindo não só em Balneário, mas também no turismo de todo o Estado”, enfatizou.


O Convention Bureau de Balneário Camboriú, presente no encontro, é uma das entidades que apóia e tem articulado ações para a vinda do Centro de Eventos para o município. Segundo o diretor executivo, Cimélio Marcos Pereira, é necessário trabalhar em cima da realidade, pois o mercado muda muito rápido. “Precisamos ter não o maior, mas sim o melhor Centro de Eventos”, destacou.


O projeto prevê mais de 51 mil metros quadrados de área construída, dois pavilhões de exposições e eventos, e um teatro.  A obra deve ser edificada em três etapas, começando pelo pavilhão denominado de Expo 2.

26.09.11 COMISSÃO ANALISA ADEQUAÇÕES DO CENTRO DE EVENTOS DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Dando sequência as tratativas referentes ao Centro de Eventos de Balneário Camboriú, aconteceu na manhã da quarta-feira (21) outra reunião no Auditório da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional (SDR) de Itajaí. Desta vez, o encontro que foi motivado durante a plenária que aconteceu na Câmara de Vereadores na segunda-feira (19), pelo presidente da Federação Catarinense dos Convention & Visitors Bureaux e também diretor executivo do Convention Bureau de Balneário Camboriú, Cimélio Marcos Pereira, tratou das modificações do projeto de construção do centro.


O encontro que foi conduzido pelo secretário da SDR, Fabrício de Oliveira, reuniu diversas entidades da sociedade civil. Entre os participantes estavam o presidente da CDL, Altamir Osni Teixeira, secretário de Turismo, Carlos Humberto Silva, presidente do Sinduscon, Carlos Haacke, presidente da Acibalc, Mágda Bez, presidente do Sindisol, Karina Peters e a presidente do Sechobar, Olga Ferreira.


Além destas lideranças compareceram a reunião membros do Conselho do BC Convention Bureau, todos empresários e com longa trajetória de atuação no mercado do turismo de eventos e negócios. 


O projeto da obra foi apresentado pelos engenheiros civis, Fernando Moraes e Rodrigo Domingos, da empresa Prosul, de Florianópolis. O plano já havia sido mostrado na segunda-feira (19) na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, quando o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, César Souza Júnior, enfatizou que todo o planejamento será feito de forma correta e de que o governo apoiará. Nesta ocasião, os presentes expuseram adequações quanto ao futuro do empreendimento, e devido a essa repercussão aconteceu novamente mais um encontro para debater a construção do Centro de Eventos. 


 Iniciativas que fazem a diferença
O presidente da Federação Catarinense dos Convention & Visitors Bureaux sente-se feliz de poder contribuir com a articulação do encontro. “Acreditamos que agora daremos início de fato para a vinda do Centro de Eventos em Balneário Camboriú. Este encontro de trabalho foi essencial para discutirmos o que realmente o mercado de eventos procura”, enfatizou Pereira.


A avaliação do secretário de Turismo de Balneário Camboriú sobre a reunião também é positiva. De acordo com ele, agora se está próximo de ter um equipamento que satisfaça as necessidades da cidade. “Essas alterações vão possibilitar que tenhamos um grande número de convenções em Balneário Camboriú, tão necessárias para o nosso município”, ressaltou.  
 

Para o secretário da SDR Itajaí, os alinhamentos terão sequência em outras reuniões, pois todos estão envolvidos para que o projeto seja concretizado da melhor forma possível. “Essa é a maior obra de investimentos na região. Neste momento estaremos recebendo todas as alterações formalizadas pelas entidades de classe e posteriormente avaliaremos um novo prazo de licitação da obra”, enfatizou. 

23.09.11 O Turismo na Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente

O Brasil vem priorizando, há mais de duas décadas, a proteção de suas crianças e adolescentes contra a exploração sexual. Além de possuir uma legislação específica e moderna - o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), dezenas de campanhas de esclarecimento vêm sendo realizadas pelo país.

 

Santa Catarina não poderia deixar de apoiar essa causa, assim, através da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, e em parceria com o “trade” turístico, vem firmar o compromisso de prevenção e combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, e na promoção de um turismo sustentável como ferramenta de inclusão social e crescimento do país.

 

Muitos são os fatores que levam à exploração sexual de crianças e adolescentes. Por isso, é imprescindível que os profissionais e empresários do setor de turismo firmem o compromisso de não permitir a utilização de seus equipamentos para essa prática. Sobre o assunto, o Código Ético Mundial para o Turismo, da Organização Mundial de Turismo, diz o seguinte:

 

Artigo 2.3 "A exploração dos seres humanos sob todas as suas formas, principalmente sexual, e especialmente no caso das crianças, vai contra os objetivos fundamentais do turismo e constitui a sua própria negação”.

 

O Mundo contra a exploração sexual

 

O Código Ético Mundial da OMT destaca os princípios para guiar o desenvolvimento do turismo no mundo, servindo como referência para o setor. Seu objetivo é minimizar o impacto negativo do turismo no ambiente e na cultura e, ao mesmo tempo, maximizar os benefícios do turismo ao promover o desenvolvimento sustentável, aliviar a pobreza e facilitar o entendimento pacífico entre as nações.

 

Em seus artigos, merece destaque especial o de número 10 - Aplicação dos princípios do Código de Ética Mundial para o Turismo:

 

1. Os agentes públicos e privados do desenvolvimento turístico cooperarão na aplicação dos presentes princípios e controlarão sua prática efetiva;

2. Os agentes de desenvolvimento turístico reconhecerão o papel das organizações internacionais, em primeiro lugar a Organização Mundial do Turismo e as organizações não-governamentais competentes nos campos da promoção e do desenvolvimento do turismo, da proteção dos direitos humanos, do meio ambiente e da saúde, segundo os princípios gerais do direito internacional;

3. Os mesmos agentes manifestam sua intenção de submeter os litígios relativos à aplicação ou a interpretação do Código Ético Mundial para o Turismo a um terceiro órgão imparcial, denominado Comitê de Ética do Turismo para fins de conciliação.

 

Para orientar a participação no movimento de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes, uma das principais ferramentas ao alcance do “trade” turístico é o Código de Conduta para a Proteção da Criança contra a Exploração Sexual em Viagens e Turismo (The Code).

 

Este instrumento de sensibilização para o enfrentamento do problema indica como as empresas de turismo podem atuar nesse contexto, assumindo sua responsabilidade como agente social.

 

O Código foi elaborado pela ONG internacional ECPAT- Articulação Internacional contra a Prostituição, Pornografia e Tráfico de Crianças e Adolescentes, em parceria com a Organização Mundial de Turismo. O Código dispõe de uma organização própria, sediada em Nova York – EUA (www.thecode.org), financiada por diversas instituições, entre elas o UNICEF. Criado em 1998 e já assinado por empresas de 32 países ao redor do mundo, o Código tem seis ações a serem implementadas pelos signatários:

 

1. Estabelecer uma política ética da empresa contra a exploração sexual infanto-juvenil;

2. Capacitar seus funcionários e os das suas empresas nos países de origem e destino em que operam;

3. Inserir cláusula específica nos contratos com fornecedores, declarando repúdio de ambas as partes a toda e qualquer exploração sexual infanto-juvenil;

4. Informar os turistas através de catálogos, folhetos, vídeos de bordo, cartazes, bilhetes de passagens, “sites” na Internet, ou qualquer outro meio informativo que lhes parecer oportuno;

5. Fornecer informação aos atores-chave locais em cada um dos destinos operados;

6. Apresentar um relatório anual sobre a realização e a aplicação dessas diretrizes.

 

Signatários do Código

 

São signatários do Código de Conduta no mundo: agências de viagens, operadoras, agências de eventos, associações, sindicatos, cooperativas, casas noturnas, restaurantes e meios de hospedagem. No entanto, ainda não é um número expressivo diante da quantidade de estabelecimentos existentes no setor em esfera global.

Portanto, diante das questões apresentadas, são de suma importância o comprometimento, o engajamento e a adesão de todos os atores da cena turística a esse Código de Conduta.

 

Os empresários têm de assumir um papel pró-ativo, porque a sociedade não aceita mais conviver com empresas indiferentes aos problemas sociais.

 

Não se omita, nem permita a violação dos direitos da criança e do adolescente: participe!

 

Mais informações sobre o The Code Brasil: www.childhood.org.br.  

Fonte: Ministério do Turismo - Cartilha Turismo Sustentável e Infância com adaptações.

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